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Deu na coluna “Plenário”, edição de 25 de agosto do Jornal OCP, assinada pela jornalista Patrícia Moraes: “MP investiga suspeita de apoio ao pacote de cortes em troca de cargos comissionados”. O vereador Isair Moser está na mira do Ministério Público do estado, sob suspeita de vender o voto em troca de nomeações de seus apadrinhados políticos para cargos comissionados na Prefeitura e na Câmara. O vereador votou favoravelmente aos projetos de lei 5/2017, que atacam direitos dos servidores municipais, prevendo o corte do FGTS e Pós-graduação dos ACTs (Admitidos em Caráter Temporário), no dia 21 de março, e também o PL 6/2017, que extinguiu o pagamento de Função Gratificada aos servidores do programa Estratégia de Saúde da Família, sancionado pelo prefeito Antídio Lunelli em maio deste ano. Por coincidência, dois dias depois da votação favorável ao PL 6, o vereador teria sido beneficiado com a nomeação de “parentes e de pessoas supostamente relacionadas a Moser”… “para cargos comissionados na Prefeitura e na Câmara”, diz a coluna. O próprio prefeito e o presidente do Legislativo, vereador Pedro Garcia, também são investigados para apuração da denúncia de suposto ato de improbidade administrativa feita ao MP.

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